E se você pudesse sugerir algo ao Renato Picks?
Este é o trigésimo post do Renato Picks. Trinta textos escritos em outubro, um por dia, sobre coisas que venho aprendendo — sobre atenção, sobre trabalho, sobre fé, sobre relacionamento, sobre o que a tecnologia está fazendo com a gente. Não é um número grande. Mas, para quem começou sem saber se conseguiria manter o ritmo, é um número que merece uma pausa.
Essa pausa é este post. Ele é diferente dos outros. Não é uma reflexão sobre um tema. É um lembrete do que é o Renato Picks, um balanço do que estou aprendendo e, principalmente, um convite. Porque cheguei num ponto em que preciso ouvir de você o que eu não consigo ver sozinho.
O que é o Renato Picks
O Renato Picks é um site de pesquisa independente sobre produtos digitais, livros e cursos. A ideia é simples: eu pesquiso, leio, comparo e escrevo sobre o que encontro — sem hype, sem promessa, sem sensacionalismo. Tudo o que está aqui é gratuito. Alguns links são de afiliado, o que significa que, se você comprar por eles, eu recebo uma pequena comissão sem custo adicional para você. Isso está explicado em cada página, e não escondo.
O site é trilíngue: português, inglês e espanhol. Isso não é vaidade. É porque acredito que as mesmas perguntas sobre atenção, trabalho, fé e relacionamento aparecem em qualquer idioma. E porque aprendi, como professor de idiomas, que a tradução é uma forma de entender melhor o original.
O tom é o que você já conhece se leu os outros posts: educativo, transparente, sem promessa. Não vendo fórmula. Não prometo transformação. Escrevo sobre o que estou aprendendo, com a honestidade de quem ainda está no meio do caminho.
O que eu estou aprendendo
Trinta posts ensinam coisas que eu não esperava. Aprendi que escrever todo dia é menos sobre inspiração e mais sobre disciplina — sobre sentar e fazer, mesmo quando não estou com vontade. Aprendi que a repetição de formato cansa, e que variar a abertura, o fechamento e a estrutura de cada texto não é enfeite: é respeito pelo leitor.
Aprendi também que escrever sobre o que estou aprendendo é diferente de escrever sobre o que já sei. O primeiro tipo de texto é mais honesto, mas é mais difícil. Exige que eu admita, no papel, que ainda estou no meio. Exige que eu não finja uma clareza que não tenho. E, no fim, é esse tipo de texto que me faz voltar ao site todos os dias.
Aprendi, por fim, que o site é maior do que eu imaginava. Começou como um projeto de pesquisa. Virou um lugar onde eu penso em voz alta. E, aos poucos, está se tornando um lugar de conversa — ou pelo menos é o que eu gostaria que fosse.
O que já existe aqui
Para quem chegou agora, um mapa rápido. Há posts de reflexão (como este), resenhas de livros (três até agora: Atomic Habits, How to Win Friends and Influence People, The 5 Second Rule), resenhas de cursos (três: The Awakening, The Root, The Service), resenhas de produtos (um produto real, dois placeholders), um glossário com mais de cinquenta termos em três idiomas, uma página de música de foco com seis faixas por idioma, e uma página de suporte com Stripe e Instagram para quem quiser contribuir.
Tudo isso é gratuito. Tudo isso é independente. Nada disso é patrocinado por marca — os links de afiliado são a única fonte de receita, e estão sinalizados.
O que eu ainda não sei fazer bem
Aqui está a parte que interessa para este post. Há coisas que eu ainda não sei fazer bem no Renato Picks, e que você provavelmente percebe melhor do que eu.
Não sei, por exemplo, se o ritmo de publicação está bom. Um post por dia é muito? É pouco? Cansa o leitor? Deveria ser mais espaçado, mais denso, mais curto? Não sei. Escolhi esse ritmo por um motivo — queria dar volume ao site — mas não tenho certeza de que é o melhor para quem lê.
Não sei se os temas estão certos. Falo muito sobre atenção, trabalho, fé, relacionamento, tecnologia. Mas talvez você queira ler sobre outras coisas: dinheiro, saúde, criatividade, música, aprendizado de idiomas, paternidade, casamento, ansiedade, luto. Não sei. Estou escrevendo a partir do que vivo, mas o que eu vivo não é o que todo mundo vive.
Não sei se o site é fácil de usar. Se as tags do filtro funcionam. Se o carrossel da home é útil ou confuso. Se o player de música atrapalha. Se o glossário é denso demais. Se a página de suporte é clara. Essas são coisas que eu, de dentro, não consigo ver com clareza.
E não sei, principalmente, se o que estou escrevendo está chegando. Se as pessoas leem até o fim. Se alguma coisa muda. Se o tom é o certo. Se o site é útil ou só mais um lugar barulhento na internet.
O que você pode sugerir
É aqui que você entra. Se você leu até aqui, você tem algo que eu não tenho: a perspectiva de fora. E é essa perspectiva que eu preciso.
Você pode sugerir temas. Um assunto que você gostaria de ver tratado aqui. Um livro que você acha que eu deveria resenhar. Um curso, um produto, uma pergunta que você carrega e que ainda não viu ninguém responder com honestidade.
Você pode sugerir melhorias. Uma coisa que não funciona bem no site. Um texto confuso. Uma tag que não aparece. Um filtro que trava. Uma página que não carrega. Um trecho que soa falso. Uma frase que parece promessa e não deveria.
Você pode sugerir correções. Um erro de português, de inglês, de espanhol. Uma data errada. Um link quebrado. Uma informação que não confere. Um livro que não tem edição no idioma em que eu disse que tem.
E você pode sugerir o que não fazer. Talvez o site esteja indo numa direção que não faz sentido. Talvez o ritmo esteja errado. Talvez o tom esteja pesado. Talvez o excesso de posts esteja cansando. Dizer o que parar também é uma sugestão.
Como falar comigo
O canal principal é o Instagram: @renatoqueirog. Lá você pode me mandar uma mensagem direta, comentar em um post, ou responder a um story. Eu leio tudo, mesmo que não consiga responder tudo.
Não tenho equipe. Não tenho formulário. Não tenho central de atendimento. Tenho uma caixa de entrada e a vontade de ouvir. Se você escrever, eu leio. Se você sugerir algo que faça sentido, eu considero. Se você apontar um erro, eu corrijo. É simples assim.
O Renato Picks começou como um projeto de pesquisa. Está virando, aos poucos, um lugar de conversa. E a conversa só acontece se você aparecer. Este post é o convite. O resto depende de você.